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Ostentação, só que não.

Posted by Luna on September 4, 2016 in América do Sul, Argentina, Chile, Mochilão, Right Track, Uruguai |

Como uma boa blogueira que esquece de colocar os links do you tube que sou, resolvi deixar num post só todos os vlogs da viagem do mochilão pela América do Sul.

A brincadeira era gravar coisas que aconteciam durante a viagem. Os videos são de zero ajuda, é só um diário mesmo em vídeo, nada mais. A intenção era imitar o programa do Bruno de Luca (que nem sei se ainda existe): Vai Pra Onde?. Tanto é, que no primeiro vídeo nosso, em Montevidéu, a gente se apresenta como Luna de Luca, Bruna de Luca e etc.

O nome surgiu no primeiro dia de viagem, pois assim que chegamos, a Bruna postou uma foto mostrando o preço de um prato que ela tinha acabado de comprar. A gente ficou brincando que com os 3 dígitos (era em pesos uruguaios) parecia até que estávamos ostentando.

Então ela colocou essa legenda – ostentando no Uruguai. Para a surpresa dela, teve uma galera que não entendeu a brincadeira, e achou que ela realmente estava ostentando. Foi quando decidimos adicionar o só que não ao título.

A graça depois, foi ficar arrumando jeitos novos de se apresentar. A minha apresentação favorita foi em de Punta, em que a gente fica escondidas atrás da Bruna, esperando a deixa pra se apresentar.

Mas vamos aos links dos vídeos.

Ostentação, só que não: Uruguai

Montevidéu: https://www.youtube.com/watch?v=B-ZTjQcbctU

Punta del Leste: https://www.youtube.com/watch?v=6WLfewkCo6Q

Colonia: https://www.youtube.com/watch?v=voRoMJoXHLg

Ostentação, só que não: Argentina

Buenos Aires: https://www.youtube.com/watch?v=FCYEKFuSojc

Ostentação, só que não: Chile

Santiago: Parte 1 https://www.youtube.com/watch?v=rEweA-yNmvg

               Paret 2 https://www.youtube.com/watch?v=3B0LkRiAHBQ

Viña del Mar: https://www.youtube.com/watch?v=9-jxDmOe_NQ

Lembrando que esses videos já estavam um tempão no canal, eu que sempre esquecia de deixá-los aqui.

Ah! E tem um monte de videos novos pelo canal também, da viagem pela Europa em 2015. Quem se inscreve no canal, recebe as notificações de quando tem vídeo novo.

Um beijo.

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Roteiro do Mochilão pela América do Sul

Posted by Luna on August 24, 2016 in América do Sul, Argentina, Chile, Roteiro, Uruguai, Viagem |

Mais um título entrega assunto.

Como vim falando desse raio desse mochilão, literalmente há anos, achei melhor resumir toda as informações dada nesse blog, e reunir tudo num post só.

Aqui vai o roteiro completo para um mochilão pela America do Sul. Todas os registros num post só. Vai estar tudo devidamente linkado gente, porque, não sei se deu pra reparar, eu sou a louca dos links.

Começando com a ideia do mochilão e o nascimento do roteiro.

Países escolhidos: Uruguai, Argentina e Chile.

Países escolhidos: Uruguai, Argentina e Chile.

 

Uruguai

Punta del Este

Passamos por Montevidéu e a Ciudad Vieja, por Punta del Este e terminamos em Colonia del Sacramento.

Link dos albergues em que ficamos hospedados aqui.

E também deixei umas considerações finais do lugar.

Argentina.

Casa Rosada Argentina Buenos Aires

Saímos de Colonia del Sacramento e chegamos na Argentina de barco. 

Buenos Aires dia 1Plaza 25 de Maio e Puerto Madero e ainda assistimos um espetáculo de tango (alerta de spoiler: vale muito a pena!!).

Buenos Aires dia 2Bairro la boca, San telmo e de volta ao Puerto Madero, e ainda, uma pequena cronica de com foi nosso natal em Buenos Aires.

Buenos Aires dia 3Recoleta e levantando acampamento.

E ainda, deixei também umas considerações finais sobre a cidade.

De Buenos Aires seguimos para Mendonza de ônibus e lá, ficamos apenas 1 dia.

 Link de todos os albergues que ficamos na Argentina.

Chile:

Palacio de La Moneda Santiago Chile

Saímos de Mendonza para Santiago de ônibus.

Santiago dia 1 – Visitamos Cerro San Cristóbal, a casa do Pablo Neruda, o bairro Bellavista e o Parque Florestal e as Praça das Armas e o Palácio Moneda.

Santiago dia 2- teve um dia 2 sim, mas foi basicamente a volta ao Cerro Santa Lucia (que estava fechado no dia anterior).

Último dia de mochilão foi um bate e volta em Viña del Mar e Valparaíso.

Deixei aqui também minhas considerações finais do Chile.

E, pra finalizar, Link do albergue em que ficamos em Santiago.

 

 

 

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Chile: considerações finais

Posted by Luna on August 23, 2016 in América do Sul, Chile, Dicas, Viagem |

Ahhhh gente, eu amei muito muito muito o Chile.

Mas vamos lá:

O Chile é uma tripinha do outro lado da América do Sul, lá pras bandas do oceano Pacífico. Como eu não cheguei a visitar a Califórnia enquanto morei nos EUA, foi a primeira vez em contato com um oceano que não o atlântico.

chil-MMAP-md

A primeira coisa que você precisa saber sobre o Chile é que lá tem se uma política muito restrita do que pode entrar no país. Nada orgânico entra, então se você estiver entrando no Chile de outros lugares (como eu estava), lembre-se de não comprar lembrancinhas feitas de madeira ou qualquer coisa orgânica, porque você corre o risco de ter que deixar tudo na fronteira.

Entrar de ônibus no chile foi uma experiência muito legal (devidamente narrada aqui), porque tivemos a oportunidade de ver os andes de perto. A parte chata é a demora pra entrar no país. A revista é bem minuciosa e a gente perdeu umas boas duas horas (ou até mais) nesse processo.

Santiago Chile Cero San Cristóbal

O dinheiro no Chile é o peso chileno. Se o peso uruguaio já dava nó no cérebro com seus 3 dígitos, o chileno então era um Deus nos acuda: 4 dígitos! Então se preparem para um mini susto toda vez que você for comprar um suco e ter que dar notas e notas de mil pesos.

A língua é o espanhol, claro. Porém, bem diferente daquele que nos acostumamos na Argentina e no Uruguai. E quando a gente achava que estava dominando o sotaque, a gente mudava de país, e pronto, a gente virava básico nível 0 tudo de novo.

Eu achei o espanhol do Chile mais “limpo”, sem os chiados. E é ya ya pra tudo. Você quer dizer sim, vai no ya e está tudo certo.

A organização do Chile é impressionante. Padrão ~mundo civilizado~ eurocêntrico de ser, mas sem a rigidez do povo europeu. Ou seja, no chile você tem a organização europeia com a espontaneidade e carisma latino. Na minha humilde opinião, se tem o melhor dos dois mundos.

Em Santiago

Em Santiago

O clima foi também outra coisa que eu adorei. Enquanto na Argentina e no Uruguai a temperatura batia recordes de calor, tornando muito dos passeios mega desconfortáveis em certo ponto, no Chile o verão é bem mais ameno. Com direito a uma jaquetinha no fim do dia. Pra mim é a temperatura perfeita de um dia de verão.

A bebida típica é o pisco sour, uma gostosura em forma de drink. Um clássico, tem que provar!

Pisco Sour

Pisco Sour

Se movimentar pela cidade (Santiago) e até mesmo pelo país foi super fácil. O metrô de Santiago é ótimo, e de metrô você segue pra rodoviária e de lá você pode, tranquilamente, pegar um ônibus para visitar outras cidades como Viña del Mar e Valparaíso.

Gente, acho que isso é tudo, hein?1

Minha dica: vai com tudo!

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Se apaixonando no Chile

Posted by Luna on August 21, 2016 in América do Sul, Chile, Crônicas de viagem |

E eu recomendo fortemente the smiths – there is a light that never goes out, para ler esse post.

Eu fiquei super na dúvida de postava sobre isso ou não, porque eu não achei nem um pouco relevante e eu nunca postei ou comentei sobre esse tipo de coisa aqui. Mas achei que foi uma história tão legalzinha, que resolvi contar. Até porque, já faz tanto tempo…

Esse post será praticamente uma crônica de viagem, sem fotos porque quando eu decido sair de noite, óbvio que não levo câmera, só o celular. Celular esse que seria devidamente furtado meses depois, no carnaval carioca, fazendo com que eu perdesse  todas as fotos do celular. Fica aí a lição: sempre fazer backup das fotos.

Mas vamos lá, depois do primeiro dia de passeios, Bruna e eu decidimos fazer algo à noite em Santiago. Brenda estava cansada demais pra sair e homesiquiada demais pra se divertir (sim, era a primeira viagem dela, e ela sentiu homesick em duas semanas).

Lá no hostel eu conheci um americano e um canadense que iriam fazer algo e eles chamaram a gente pra sair. Mozart não quis ir porque não falava inglês e dizia que não queria segurar vela. Prometi a ele que não seguraria vela, pelo menos a minha, porque os meninos eram feios :P – a sincera.

Então fomos nós quatros – os meninos, Bruna e eu – pegar o metrô em direção ao bairro Bellavista, que como já mencionei aqui, é o bairro boêmio de santiago. E realmente, de noite, as calçadas ficavam lotadas de cadeiras dos barzinhos. Tem um monte deles.

E fomos lá, escolhemos um bar aleatório pra gente ficar. Pedi pisco, que é a bebida típica do Chile e ficamos lá curtindo uma noite mega entediosa hahahaha Os meninos eram chatos, a Bruna estava mega entediada e eu pensava, ai que saco! Não acredito que essa noite vai acabar assim.

Já estávamos indo embora, quando alguém mencionou uma boate com o tal do reggaeton. Claro que animamos de conhecer, principalmente porque turistas não pagavam, era só mostrar o passaporte.

Entramos, e logo de cara éramos a sensação, porque o americano e o canadense gritavam ‘gringo’ na testa, e um monte de gente veio puxar assunto com eles. E essa foi a deixa para dar um migué nos caras. Saímos de fininho e fomos nos afastamos, com a famosa desculpa, vamos ir alí no banheiro.

Fomos no banheiro, e cara, eu devia estar com um atestado de gringa na testa também. Não sei se era feição, ou roupa, eu sei que virei a sensação no banheiro, um monte de meninas veio falar comigo por causa do meu esmalte (era uma moda de pintar cada unha de uma cor, e as minhas estavam num degrade azul).

DSCN2274

Eu fiquei lá, tentando gastar meu espanhol, até que finalmente sai do banheiro.

Cara, eu vou contar isso aqui porque já passou tanto tempo. Normalmente eu não conto nada muito pessoal, mas e foi tao engraçadinho e bonitinho que vou deixar aqui.

Eu sai do banheiro, e fiquei com cara de perdida de quem ainda está se situando. Sabe, fazendo reconhecimento de território? Enfim… Bruna finalmente saiu do banheiro e fomos indo em direção nenhuma, até que uns chilenos nos avistaram.

Era um grupinho chamando a gente e eu não vi, até porque eu fico mega cega sem óculos, e cara, sou do Rio, e minha programação básica é não ficar dando bola pra estranho.

Eles estavam encostado no bar, e a Bruna falou: – Luna, olha lá!  O carinha do meio quer falar com você. Pára de ignorar o menino, porque ele é seu número todinho.

E vou dizer, realmente era. Me senti numa comédia romântica, quando duas pessoas se encontram e é amor a primeira vista. Pode ligar o botão da cafonice ai no máximo, minha gente. Faltou só tocar a música do Professor Girafales com a Dona Florinda, aquela do “E o vento levou…”.

E aí, que o carinha do meio, Pablo, me puxou pra conversar, mesmo com a minha super hiper mega ignorada de começo, o que até pareceu que eu era “a” metida. Na verdade, ele interpretou como a arisca. O que não deixa de ser verdade, pô, sozinha num lugar estranho, num pais estranho, eu ligo o desconfiômetro no máximo.

Então ele veio todo trabalhado na simpatia pra me ganhar. Como ele tem família no Brasil e vire e mexe vem visitá-los, ele falava um português razoavelmente bem. O que foi ótimo pra rolar uma conversa descente.

Ainda bem que eu gostei dele, porque ele simplesmente não me largou durante a noite. E no dia seguinte, eu tinha um date.

O dia seguinte, nosso penúltimo dia em Santiago, seria um dia mais relax mesmo, a gente iria voltar no Cerro Santa Lucia e fazer nada o resto do dia. Então aproveitei esse resto de dia pra marcar o date.

Fomos num restaurante super local, sem ser turistão. Era aniversário de alguma amiga do grupo dele, e eu conheci o grupo todo de amigos. Todos muito simpáticos, querendo saber como era o Brasil e tal. Todo mundo se esforçando pra me entender, e vice versa. Cantamos cumpleaños feliz e me senti super chilena naquele momento.

Foto que roubei do facebook dele depois. fala sério, nosso filhos seriam lindos.

Foto que roubei do facebook dele depois. fala sério, nosso filhos seriam lindos.

Então a gente se despediu. Ele iria passar o ano novo no norte do país, e eu iria para Valparaíso no dia seguinte. E logo em seguida, eu iria embora, de volta ao Brasil.

Foi uma paixonite de verão, bem aquelas que marcam uma época super legal da sua vida.

A gente tem contato até hoje, mas agora como amigos mesmo. Cada um seguiu sua vida. Eu aqui no Brasil, e ele se mudou para Nova Zelândia.

E foi isso. Foi assim que meu coração ficou um pouco chileno naquelas férias de 2013, quem nunca teve uma paixão de férias?

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Aji Hostel, o albergue em Santiago no Chile

Posted by Luna on August 20, 2016 in América do Sul, Chile, Hospedagem, Mochilão |

Em Santiago, ficamos no Aji Hostel.

Aji Hostel

Aji Hostel

Quarto: era bom, espaçoso, com armário pra gente colocar nossas coisas. O banheiro era dentro do quarto, mas triste. Não tinha ar condicionado, porém, em Santiago não faz um calor desesperador. De noite ate fica fresquinho.

Os quartos

Os quartos

Aji Hostel Santiago ChileBanheiro: era ruim, super apertado. Entrava de ré ahahhahaah E milagrosamente, lembrei de registrar. Olha aí!!!

O banheiro

O banheiro

Área de convivência: super boa também. Café da manhã bom, e o melhor de tudo: tinha janta (isso é uma mega vantagem).

Internet e computador: Tinha também, tudo muito organizado. Tinha um computador em cada corredor. A internet não pegava no quarto, mas no corredor pegava e era ótimo, porque te força a sair do quarto e socializar com o resto do hostel. Sempre descolava umas dicas, mapas e direções tentando conectar com o wifi do corredor.

Localidade: Não era ruim, mas não era a melhor de todas. Hoje em dia eu não ficaria lá justamente pelo local, por preferir ficar no bairro BellaVista que é mais perto de tudo.

Recomenda?

Sim, recomendo. Mas também não, só pela localidade ( e depois que revi essa foto do banheiro, acho que pelo banheiro também rs). Eu preferiria ficar num bairro mais perto das coisas.

Link do hostel aqui oh!

Também ficou um registro no albergue no vlog “Ostentação, só que não!!” em Santiago.

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Os albergues na Argentina

Posted by Luna on August 19, 2016 in América do Sul, Argentina, Hospedagem, Mochilão |

Primeira parada na Argentina foi em Buenos Aires. Lá, ficamos no Hostel Suites Florida - que obviamente foi apelidado de Dona Florinda.

Hostel Suites Florida

Hostel Suites Florida

Esse albergue foi o melhor de todos. Tudo nele era bom, além  do serviço ser bem parecido com o de um hotel. Nem parecia ser um albergue.

Os quartos: muito bons. Espaçosos na medica, com um bom armário pra se colocar suas coisas. Infelizmente vou ficar devendo fotos do quarto porque a câmera perdeu praticamente todos os registros da Argentina.

Um registro do corredor

Um registro do corredor

Localidade: Excelente!! Fica na rua principal de Buenos Aires, a rua Florida. Perto da Casa Rosada, perto do Obelisco. E detalhe, ainda fomos andando do porto até a hostel quando chegamos.

Caminhando do porto  em direção a Rua Florida

Caminhando do porto em direção a Rua Florida

Área de convivência, computadores, internet, café da manhã, tudo muito bom.

Duas reclamações somente: nosso banheiro estava com um cheirinho ruim, como se fosse de esgoto, sabe? E… a pulseira. Você tem que ficar com aquela pulseira de rave enquanto estiver hospedado lá, o que eu acho bem caído.

A Rua Florida, a rua do hostel. Detalhe: nos nossos bracos da pra ver a pulseirinha que precisamos usar enquanto hospedados la

A Rua Florida, a rua do hostel. Detalhe: nos nossos bracos da pra ver a pulseirinha que precisamos usar enquanto hospedados la

Sinceramente, só isso. Recomendadíssimo!

Link do Hostel Sites Florida aqui, oh!

Ah! Tem registro do hostel no “Ostentação, só que não” em Buenos Aires. Uhuuuuu!!

De lá, ficamos seguimos para Mendonza, aonde precisamos fazer um pit stop de 1 dia para seguir para Santiago, no Chile.

Ficamos hospedados na mesma rede de albergue de Buenos Aires, o Hostel Suites Mendoza.

A estrutura dessa rede é bem boa, porém a gente não deu muita sorte com o quarto não. O ar condicionado não dava vazão e estava muito calor. Sinceramente, era bem desconfortável, o que não nos incomodou tanto porque ficamos apenas um dia.

O quarto era pequeno e sem espaço pra gente colocar nossas mochilas. Não tinha armário como em Buenos Aires.

Porém o resto é na mesma qualidade do de Buenos Aires: localização, café da manhã, internet (não pegava bem no quarto porque estávamos láaa em cima), computador…

Recomenda?

Hmmmm sim e não. Vai que a gente não deu sorte com o quarto…

Infelizmente, como já contei aqui, não tenho fotos porque o cartão de memoria que comprei em Buenos Aires deu problema e perdi todos os registros da Argentina, principalmente de Mendonza.

Link do site da Hostel Suites Mendonza aqui também.

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Os albergues no Uruguai

Posted by Luna on August 18, 2016 in América do Sul, Hospedagem, Mochilão, Uruguai, Viagem |

Um mochilão que se prese tem que passar por hostels, certo? Como nosso mochilão foi super de raiz, vou deixar aqui os hostels que ficamos durante nossa viagem.

Começando pelo Uruguai.

Uruguai

Uruguai

Nossa primeira cidade base no Uruguai foi Montevidéu, e lá ficamos hospedados no DOLCE VITA.

Eu diria que ele é um hostel bem razoável, mais pra ruim do que pra bom. Mais uma vez, eu preciso dizer que essa questão de hospedagem é algo bem pessoal. Eu não sou uma pessoa fresca e entendo bem o que significa o conceito de estrategia albergue, então pra mim estava super ok.

Eu não tirei foto da entrada (esqueci, super!), mas no vlog tem a entrada do hostel.

Só fazendo um parenteses: só pra exemplificar como hospedagem é algo pessoal e vai depender do estilo de viagem e pessoa que você é. Pesquisando um pousada mais bacaninha pra ficar em Paraty (estava afim de descansar e não queria hostel), me deparei com o seguinte comentário negativo sopre a pousada: não há variedades de bolos e as plantas poderiam ser podadas. Gente!! Genteeeeeee!!! Eu jamais repararia nisso, deve ser porque fiquei em muitos hostels nessa minha vida, mas achei o cúmulo da frescura ahahahahha Até hoje eu lembro disso, o que super virou meme. Qualquer lugar que fico precisa ter variedades de bolos e plantas podadas (#sqn).

Mas dizia eu que a aritmética…

Ficamos no Dolce Vita, o dono era um italiano erradicado no Uruguai por alguns anos. Ele era bem simpático e tentou deixar a gente bem a vontade.

O quarto: Bom o quarto era bem grande, o que eu adorei pois sabe se lá como, uma pessoa tão pequena consegue ser tão espaçosa. O lugar era meio vazio, então ficamos com o quarto só pra gente, praticamente.

No quarto. O banheiro feminino era ao lado dessa porta. Na foto tb da pra ver um dos ventiladores

No quarto. O banheiro feminino era ao lado dessa porta. Na foto tb da pra ver um dos ventiladores

A parte ruim é que não tinha ar condicionado, e fazia bastante calor. Tinha só dois ventiladores, o que presumo eu, não daria vazão se o quarto estivesse cheio.

O banheiro não era um dos melhores, mas não era sujo. Sabe, era tudo humilde porem limpinho. Não tinha banheiro no quarto, era coletivo.

Localidade: a parte ruim era que era longe da rodoviária e da Cidaud Vieja, mas nada que um ônibus, taxi, ou ate mesmo as pernas (usamos dos três) não resolvesse. Alias, conceito de longe pra mim também é um pouco questionável. Aqui no Rio tudo é longe e se leva 2 horas tranquilamente de um lugar pro outro (até três), então aonde se leva 30 minutos está ok (pra mim). Quem mora em uma cidade pequena, pode achar isso uma distância enorme.

A parte boa, é que ficávamos perto da praia, então era legal passear a noite, ter aonde ir sem depender de transporte. Ficamos também perto da Avenida 18 de julio, aonde a galera se esbalda nas compras.

Cafe da manhã: isso que foi bem doloroso. Todos os dias a gente comia tudo sempre igual. Um pão duro velho horrível, com uma geleia estranha, e só. O cafe era bem triste. Sem bolos variados, sem plantas podadas :P

O cafe de todos os dias

O cafe de todos os dias

Área de convivência: era triste, era feia. Aquela área que ninguém quer conviver, na verdade rs. Era num porão, com mofo, e por tanto, ninguém frequentava.

Internet e computador: sinceramente, não lembro se a internet era boa, acho que deveria ser ok. Mas o computador e nada era a mesma coisa. Não vai contando com os computadores. Por exemplo, eu queria descarregar as fotos e tal, e só pudi fazer isso em outro lugar.

Recomenda?

Olha, sinceramente, hoje em dia eu não ficaria não. Eu fiz essa viagem há três anos, e de lá pra cá muitas coisas mudaram. Eu acho que estou chegando numa fase que um um pouco mais de mordomia iria bem a calhar. Mas se você é jovem e frescura free, se joga!

Link do site do Dolce Vida, aqui!

De Montevideo, partimos para Colonia del Sacramento, e lá, nós ficamos hospedados no El Viajero.

A entrada

A entrada

Meus amigos, que upgrade. Nossa, era tudo mais lindo. Tirando o banheiro rs

entrando, nosso quarto era a direita

entrando, nosso quarto era a direita

O banheiro ficava dentro do quarto dessa vez, e só pra situar vocês, nós nunca ficávamos num quarto privado.

Claro que um banheiro dentro do quarto é sempre mais confortável. Mas esse banheiro não dava vazão para a quantidade de pessoas dentro do quarto. Ainda bem que tem uma galera ai que não é tao chegada a banho como nós brasileiros.

Enfim, o banheiro meio que ficava aquela poça de água, o que me dá um nervoso, porque se tem um uma hora que o meu ~alerta de frescura~ dispara é no banheiro. Banheiro encharcado e cheio de cabelo é o uó.

Ficamos apenas um dia nesse hostel, mas a gente gostou bastante. Primeiro que ele era mais confortável mesmo, mais limpo, mais tudo.

O quarto: Era ok também. Nada demais. Um pouco escuro, mas eu só vou pro quarto pra dormir, então estava ok para as nossas necessidades. Ah! Tinha ar condicionado.

Casinha em Colonia

Casinha em Colonia

el viajero

Espaço de convivência:  bem legal e um café da manhã que compensou muito pelo o outro. De novo, não aproveitamos muito porque ficamos apenas um dia.

Área de convivencia

Área de convivencia

el viajero colonia del sacramentoInternet e computador: tinha e tinha. Tudo lindo.

Localidade: excelente. A Colonia é um ovo, então qualquer lugar que fique, você fica bem. A gente fez tudo andando do hostel, desde a chegada – fomos andando da rodoviária, até na saída – voltamos andando pro porto.

Recomenda?

Super!! Mas como falei, hoje em dia, talvez eu ficasse num quarto privativo.

Bom, pra não deixar os posts enormes, vou dividir por países.

Viaje, Se inspire, mude. Seja a mudança!!

Viaje, Se inspire, mude. Seja a mudança!!

Ah! só pra lembrar que em Punta, a gente fez um bate e volta de Montevideo, por tanto, não nos hospedamos em hostel lá.

Link do El Viajero aqui!

 

 

 

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Viña del Mar e Valparaíso

Posted by Luna on August 10, 2016 in América do Sul, Chile, Férias, Mochilão, Viagem |

Ultimo dia de Mochilão YEEEEYYYY!!!!!

Fomos conhecer as cidades litorâneas famosas do Chile: Viña del Mar e Valparaíso.

Do Hostel em que estávamos hospedados, seguimos para a rodoviária que agora parecia bem mais amigável do que no dia em que tínhamos chegado em Santiago.

Assim que chegamos, uma menina super simpática de alguma agência de turismo veio nos oferecer um pacote para visitar essas cidades com um pouco mais de dignidade e conforto, digamos assim.

Nós estávamos mortos, e aceitamos a oferta. Pela primeira vez na história deste mochilão, a gente fechou algum tipo de passeio em agência turística.

Olha, preciso confessar que foi tão emocionante chegar no destino final e ver um cara nos esperando com meu nome na plaquinha. Tínhamos apenas um dia, e sinceramente, foi a melhor decisão que fizemos.

Nosso Guia em Viña del Mar e valparaíso

Nosso Guia em Viña del Mar e valparaíso

Melhor decisão se levar em conta a situação que nos encontrávamos: calor, cansaço, falta de tempo. Um carro, um ar condicionado, um motorista e um roteiro já planejado ate que veio bem a calhar.

Ambas cidades são bem perto de Santiago, em torno de 2 horas, porém, já estávamos muito cansados, e provavelmente não iriamos aproveitar nada. O rapaz da agência, por sua vez, ía nos dirigindo para os pontos principais da cidade. Ou seja, deu pra gente maximizar nosso dia em Viña del Mar.

A primeira parada foi num parque municipal chamado Quinta vergara, aonde na época, o Palácio Vergara estava sendo restaurado (não sei como vai a situação dele atualmente). O Palácio foi danificado por causa dos terremotos de 2010, e por conta disso, não podíamos entrar.

Restauração do Palácio Vergara

Restauração do Palácio Vergara

O Palácio Vergara

O Palácio Vergara

O parque é muito bonito, e o nosso guia explicou coisas muito interessantes que, óbvio, não lembro mais. Por isso que eu gosto de escrever pra não esquecer dessas coisas, sabe? Mas enfim… vida que segue…

Quinta Vergara

Quinta Vergara

Por fim, vimos o anfiteatro do parque. Um lugar incrível também.

O anfiteatro

O anfiteatro

De lá, seguimos para o Relógio das Flores, um dos pontos mais batidos quando se fala em vina del mar.

No Relógio das Flores

No Relógio das Flores

Pausa também pra tirar foto com uma cabeça da Ilha de Páscoa (quero ir lá), também conhecida como Moai.

Um Moai perdido em Valparaíso

Um Moai perdido em Valparaíso

Uma pena que fomos passando assim pela cidade, e nossa visão foi um pouco de janela de carro. Não deu pra sentir o ar da cidade. E também não lembro mais o que diferencia Viña del Mar de Valparaíso, sendo bem sincera.

Em Valparaíso na posição de sempre

Em Valparaíso na posição de sempre

De lá, o guia nos levou para um restaurante que todo guia de lá vai levar os turistas: V Sentidos. Eu classificaria ele como um restaurante “pega turista”. Ele não tem nada demais, mas é o restaurante atrelado as agências, então se você for fechar passeio com agência, vai acabar lá.

No V Sentidos

No V Sentidos

A vista do lugar é incrível – de frente para o mar, a comida super ok, nada de especial. Se você procurar um restaurante por conta própria, capaz de achar algo muito melhor.

A vista do Restaurante

A vista do Restaurante

A comida típica do lugar é um super caranguejo, parece até caranguejo de Itú. Mas eu não sou chegada a frutos do mar, nada que eu vejo a cara (frescura), e principalmente se a cara do caranguejo é gigante. Por isso, decidi ir no filé com fritas mesmo.

Por fim, a hora mais esperada: molhar o pé no oceano pacifico. Estava na lista da vida, e foi devidamente cortada nesse dia.

Molhar o pé no Oceano Pacífico - CHECK!

Molhar o pé no Oceano Pacífico – CHECK!

Enfim, é isso.

Consegui terminar de contar sobre o mochilão. Esse foi o último dia de passeio, e nem eu acredito que consegui essa façanha.

E vamos seguir o fluxo.

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Plaza de Armas e Palacio de La Moneda

Posted by Luna on July 23, 2016 in América do Sul, Chile, Férias, Mochilão, Viagem |

Ainda em 2013 – pra dar uma situada – e ainda estamos falando do dia 1 em Santiago del Chile.

Depois da nossa parada estratégica para um rápido recarregamento de baterias no Parque Florestal, seguimos nós para o Cerro Santa Lucia. Pegamos o metrô, o que foi uma experiência agradabilíssima. O metro de Santiago é show, bem diferente do metro da Argentina que era um pouco medonho.

Descemos na estação Bellas Artes

Descemos na estação Bellas Artes

Porém antes, tinha uma sorveteria recomendadíssima no meio do caminho, no meio do caminho tinha uma sorveteria.

Cafe del Opera

Cafe del Opera

Na verdade, ficava bem na frente do Cerro, e lembro de estar um calor horroroso, daqueles que um sorvete é uma excelente ideia. Provavelmente, alguém no hostel deve ter sugerido esse luga pra gente: o Café del Opera.

Maravilhoso sorvete invertido no Cafe del Opera

Maravilhoso sorvete invertido no Cafe del Opera

Depois do nosso tão merecido sorvete, atravessamos a rua e nos demos com o Cerro Santa Lucia fechado. Kuen Kuen Kuen!

Do lado de fora do Cerro Santa Lucia

Do lado de fora do Cerro Santa Lucia

Cerro Santa Lucia, super do lado de fora.com. Juntando energias pra seguir no passeio

Cerro Santa Lucia, super do lado de fora.com. Juntando energias pra seguir no passeio

Oquei, então bora recalcular a rota e seguir rumo ao Plaza das Armas. Enquanto fazíamos isso, fui tirando umas fotos aleatórias da cidade.

Foto aleatória

Foto aleatória

Vale lembrar que estávamos cansados pra caralh*amba. Era nossos últimos dias de mochilão, de dormir mal em hostel, de andar que nem uns loucos debaixo de um calor senegalês das 7 da manhã até umas meia noite, se deixassem. Enfim, fim do dia, o cansaço começou a se manifestar forte, mas mesmo assim, fomos com tudo atrás dos nossos destinos finais.

Finalmente, chegamos na Plaza das Armas, o marco zero da cidade. Bom, é um praça normal, com nada de especial. Lembro que a gente ficou um pouco desconfiados no princípio, não lembro mais o porque, mas ninguém se sentiu muito a vontade.

Plaza das Armas, o marco zero da cidade

Plaza das Armas, o marco zero da cidade

Não sei se porque quando alguém fala “praça”, me vem matinho no chão… mas, definitivamente, uma praça de chão de concreto não é muito aconchegante ou convidativa. Também não sei se estávamos influenciados pelo cansaço, mas a gente achou o lugar estranho.

Plaza das Armas

Plaza das Armas

Ficamos lá pra tirar umas fotos, e ver um grupo dançando algo que pareceu ser uma dança típica chilena. Não faço a menor ideia e estou chutando aqui. Mas tem o vídeo da dança, e vou deixar o link aí pra vocês tirarem suas próprias conclusões.

Plaza das Armas, no chão de concreto

Plaza das Armas, no chão de concreto

Plaza das Armas

De lá, seguimos para nosso destino final do passeio, O Palacio de La Moneda, a sede da Presidência da República do Chile.

Palacio de La Moneda, sede da Presidência da República Chilena

Palacio de La Moneda, sede da Presidência da República Chilena

E assim encerramos os passeios do dia 1, em Santiago.

:)

:)

Falta pouco pra acabar. De repente, em 2020 eu consiga postar sobre minhas férias de 2016 :P

 

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O Bairro Bellavista e o Parque Florestal em Santiago

Posted by Luna on July 14, 2016 in América do Sul, Chile, Férias, Mochilão |

Estou fazendo um senhor teste de memória, ao tentar escrever sobre uma viagem de quase 3 anos atrás… porém é como diz aquele ditado: e vamos que vamos :P

Depois de visitamos La Chascona, decidimos dar um role pelo bairro Bellavista, que é um bairro, nas palavras da própria plaquinha chilena, um bairro boêmio e cultural. A noite, vira a Lapa de Santiago (mas isso é história pra outra hora).

Bairro Bellavista

Bairro Bellavista

De lá, saímos meio que sem rumo atrás de um restaurante. Paramos pra comer no restaurante “alguma coisa Palmera”, que ficava próximo à casa do Pablo Neruda, ainda no bairro Bellavista.

o restaurante "alguma coisa Palmera"

o restaurante “alguma coisa Palmera”

Comemos algo que provavelmente era típico do lugar (ou não rs), e, pelas fotos, saímos felizes e revigorados depois da pança estar devidamente cheia. O restaurante era charmosinho, e a comida, bem gostosa.

Comida Santiago Chile

A felicidade no olhar de quem acabou de comer

A felicidade no olhar de quem acabou de comer

Ah claro, mas não podia deixar de faltar os sustos e risos na hora de pagar uma conta com 4 dígitos. Era sempre um mini ataque de pânico, seguido de risadas de quem acha que está ostentando, seguindo de: tá, mas vamos falar sério agora, e jogar esse valor no conversor pra saber quanto, de fato, estávamos pagando.

Ostentando os pesos chilenos

Ostentando os pesos chilenos

Saindo do Bairro Bellavista, nossa missão era ir em direção a Plaza das Armas,  mais ao sul da cidade. Passamos pelo bairro Patronato – a parte comercial e cosmopolita da cidade – e fomos andando até encontrarmos, de forma totalmente não planejada, o Parque Florestal.

Bairro Patronato

Bairro Patronato

O Parque Florestal é simplesmente encantador. É aonde está localizado o Museu de Arte Contemporânea, um ponto famoso da cidade. Como no nosso grupo ninguém liga muito pra arte, principalmente as contemporâneas, a gente resolveu ficar do lado-de-fora-ponto-com mesmo.

Chegando no Parque Florestal super sem querer

Chegando no Parque Florestal super sem querer

O Museu de Arte Contemporânea, no Parque Florestal

O Museu de Arte Contemporânea, no Parque Florestal

O grupo acabou decidindo parar no Parque Florestal para repor as energias, afinal, a gente tinha acabado de comer, e como mamãe já dizia, a lombeira bateu forte.

Três mocinhas elegantes

Três mocinhas elegantes

Eu já comentei aqui que adoro mato rs rs Adoro natureza, adoro árvores, plantas, verde etc, e pra mim, cidade com verde junto ganha muitos pontos. Santiago ficará pra sempre no meu core :P

Aquela foto super fofa que não dá pra não postar

Aquela foto super fofa que não dá pra não postar

O primeiro dia de Santiago ainda não tinha acabado, mas eu vou encerrar o post por aqui pra não ficar grande.

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